Uma merecida homenagem...

A Revista Pessoal de Maio de 2014, decidiu reconhecer as 25 personalidades mais influentes na Gestão de Pessoas. 

Para nossa felicidade e orgulho, o sócio gerente e fundador da EEC em Portugal, Vítor Sevilhano, foi eleito como uma dessas 25 personalidades.

É uma merecida homenagem pelo seu trabalho ao longo de mais de 25 anos ao serviço das Pessoas, do seu crescimento e desenvolvimento nas empresas e nas suas vidas. 

Dos números - económicas - saltou para as organizações e para as pessoas - estratégia e liderança - e a sua curiosidade e sede de saber mantêm-no actualizado. A nós, inspira-nos a manter uma postura de abertura e aprendizagem contínuas.

Parabéns Vitor! É uma homenagem merecida.

Fica o convite para ler a reportagem.

Reportagem da Revista Pessoal de Maio de 2014

Um homem sábio que gosta de pessoas

De Vítor Sevilhano podemos dizer o melhor sem nunca nos cansarmos. O seu percurso profissional está repleto de momentos de excelência. O seu trabalho como consultor, gestor, líder, coach é irrepreensível. A sua marca no mundo dos Recursos Humanos é de grande qualidade e são poucos os que não o conhecem pelas melhores razões. A revista Pessoal destaca-o, sem hesitações, como uma das personalidades mais influentes.

por: Catarina G. Barosa

Para além do seu currículo, são as pessoas que o conhecem bem que atestam o seu valor, António Pita de Abreu diz que ele é “um especialista em Reflexão Estratégica”, sendo também “alguém que induz os gestores com quem interage a acederem a patamares superiores de Consciência.” Mas há ainda quem vá mais longe e considere Vítor um “homem sábio que gosta de pessoas e das suas crenças e desavenças”, diz-nos José Côrte-Real. 

Vítor Sevilhano está ligado à formação de executivos desde os seus primórdios e segundo nos relatou Luís Cardoso, da Universidade Católica, “tem sempre revelado grande qualidade e experiência, bem como uma postura humilde, empenhada e rigorosa que muito valorizamos e respeitamos.”

A carta que Vítor Sevilhano decidiu escrever evidencia as qualidades que lhe foram apontadas.

“Caro Responsável Editorial da Revista PESSOAL,

O meu escrito vai estar arrumado por breves reflexões que são indicadas, cada uma, com suas palavras chave.

PESSOAS E NÃO RECURSOS HUMANOS

Elimine-se, de uma vez por todas, a ainda muito usada expressão Recursos Humanos e passe-se a substitui-la pela palavra PESSOAS.

Aquela expressão (que até me custa a pronunciar) vem do léxico Taylorista de finais do séc.XIX, altura em que as Pessoas eram tratadas como recursos equiparáveis às máquinas e a outros recursos materiais. AS PESSOAS NÃO SÃO RECURSOS. SÃO PESSOAS.

LIDERANÇA

Precisamos de uma liderança efetiva nas nossas empresas, organizações públicas, Governo e demais órgão de soberania. Uma liderança que esteja ao serviço de e não a servir-se de. Uma liderança que tenha uma estratégia e objectivos claros e claramente transmitidos, que mobilize as pessoas, que tome decisões corajosas e atempadas. Numa palavra, uma liderança que A.M.A. (ALINHA, MOBILIZA ACTUA)

MOBILIZAÇÃO EM VEZ DE MOTIVAÇÃO

Diz-se que os líderes têm de motivar a suas pessoas, as suas equipas. Não concordo. A motivação é da responsabilidade de cada um. Um trabalhador que tem um contrato com uma empresa ou organização, deve auto-motivar-se. Os líderes devem é aproveitar essa motivação pessoal e canaliza-la para os objectivos a atingir. A isso se chama MOBILIZAÇÃO.

SINDICATOS

Deixem a luta política para os partidos e cuidem do apoio dos seus associados, no desemprego, inclusive financeiro, para ganharem empregabilidade.

SENTIDO DE MISSÃO E SENTIDO DE SERVIÇO

Precisamos de políticos com sentido de missão, que amem o país e estejam ao serviço dos cidadãos e não a servirem-se de... Que tenham coragem para afrontar os lobbies e fazer as reformas, começando pela do Estado. O que deve ca- ber a um Estado Moderno no séc.XXI? Qual a Missão e o valor acrescentado para os cidadãos de todos os serviços, departamentos, fundações, comissões, observatórios, etc. do Estado?

Outras palavras que o espaço do meu contributo não me permitem comen- tar seriam: GESTÃO POR OBJECTIVOS, CIVISMO, EQUIDADE SALARIAL (entre público e privado), DEMOGRAFIA, EMPREENDEDORISMO E NÃO ASSISTENCIALISMO, MERITOCRACIA EM VEZ DE MEDIOCRIDADE (AVALIAÇÃO), A NOVA ESCRAVATURA (a propósito da exploração dos jovens com estágios não remunerados que se prolongam no tempo). Só o seu enunciado talvez dê para entender o seu conteúdo”